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Iporã, 21 de Abril de 2018


28/03/2018: Obras prometidas para Copa do Mundo de 2014 não saem do papel
 


     Obras que foram prometidas para ser entregues na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, não foram entregues até agora. Conforme o Governo do Paraná, de quatro projetos previstos, apenas uma saiu do papel, a que previa melhorias aos acessos em Colombo e Pinhais, na Região Metropolitana, e Curitiba.

     Dos projetos da Prefeitura de Curitiba, após a inauguração do Centro de Esporte e Lazer (CEL) Afonso Botelho, no Água Verde, nesta terça-feira (27), ao custo de R$ 4,6 milhões, restou o terminal de ônibus do Santa Cândida.

     Nessa obra, ainda serão gastos pouco mais de R$ 3,7 milhões para a construção de plataforma, calçadas, instalação de semáforos e para a construção das lojas no subsolo. A previsão é a de que a obra seja retomada em 40 dias e leve seis meses até a conclusão.

  Projetos não concluídos pelo governo estadual:

  • Corredor Aeroporto/Rodoviária - São José dos Pinhais

  • Corredor Marechal Floriano Peixoto

  • Sistema Integrado Metropolitano

     O Sistema Integrado de Monitoramento Metropolitano, que tem custo aproximado de R$ 23 milhões, prevê a instalação de câmeras, painéis com informações de trânsito e sincronização de semáforos para ônibus nos corredores da rodoviária até o aeroporto e na Avenida Floriano Peixoto.

     Segundo o governo, ainda falta a conclusão das obras na região. "No ano passado, em outubro, fizemos uma nova licitação. Em janeiro, demos a ordem de serviço para a nova empresa responsável em concluir a obra", afirma Sandro Setim, diretor técnico da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec).

     No começo de 2018, as obras na Avenida das Torres, perto da ponte do Rio Iguaçu, foram retomadas, de acordo com o governo. O novo contrato tem valor de quase R$ 15 milhões.

      Já na Marechal Floriano Peixoto, o projeto ficou em mais de R$ 5,6 milhões, mas o trabalho ainda não começou porque uma das empresas que disputaram a licitação entrou na Justiça.

      O dinheiro para os novos contratos, segundo o governo, está na conta desde quando o estado conseguiu entrar no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa de 2014.

 




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