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Iporã, 21 de Maio de 2018


: Depressão, drogas, cobranças... O que leva os jovens ao suicídio?
 


     Dois casos de suicídio que aconteceram neste mês entre alunos de um mesmo colégio particular de São Paulo ganharam destaque, levando muitos pais e professores a se questionarem sobre como lidar com o tema: há questões especiais às quais é preciso estar atento, já que adolescentes enfrentam dilemas próprios relacionados ao amadurecimento e ao futuro?

     O G1 buscou estatísticas oficiais, ouviu especialistas de diversas áreas e pais de jovens que tiraram a própria vida para tentar traçar um panorama sobre o que a ciência sabe sobre o tema, como prevenir e qual o nível de risco quando o foco são os adolescentes.

  Você vai ver nesta reportagem mais sobre:

  • Números de suicídios no Brasil: 10.575 casos em 2016.

  • Adolescentes: faixa etária tem dilemas específicos aos quais os pais devem ficar ligados.

  • O que se sabe sobre as relações entre transtornos mentais e as causas dos suicídios.

  • Reação das escolas após mortes em SP indica caminhos para lidar com o tema.

     No Brasil, em 2016, foram registrados 845 suicídios de adolescentes – o número foi 0,7% menor que em 2015 e representa 8% dos casos de suicídio no país, que naquele ano ficaram em 10.575.

     Apesar dos números, a prevenção do suicídio avança. Na década de 1980, estudo nos EUA afirmavam que essas mortes poderiam ocorrer por imitação. E esse trabalho reforçou a ideia de que "não podemos falar sobre o assunto". Mais de 30 anos depois, a Organização Mundial da Saúde vai na direção contrária, dizendo que, sim, precisamos conversar sobre o suicídio.

     "Não é proibido falar, só não podemos falar de forma errada. Não podemos glamourizar, nem ensinar técnicas", diz o psiquiatra Antônio Geraldo da Silva.

  OS DILEMAS DA IDADE

     Se por um lado os adolescentes não são os que mais se matam, por outro a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta o suicídio como a segunda maior causa de mortes nessa época da vida.

     Na cabeça de pais e educadores surgem as dúvidas: redes e universo digital, cobranças em casa e na escola, álcool, drogas, bullying... Não existe um motivo em comum entre todos os casos, mas a maioria deles está ligada de alguma forma a transtornos mentais, como a depressão. Vale lembrar que nem sempre a causa do transtorno é um problema de desequilíbrio químico – a saúde mental de uma pessoa pode ser afetada, por exemplo, pelo consumo excessivo de substâncias como álcool e drogas. Esse fator afeta todas as faixas etárias, mas entre os adolescentes ele ocorre em cenários específicos.

     De acordo com o psiquiatra Enton Kanomata, do hospital Albert Einstein, um primeiro ponto da diferença entre os adolescentes e outras faixas etárias é que eles ainda estão concluindo seu desenvolvimento cerebral.

 

 




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